|
|
| |
ela sabe égua
água chama chuva
chucro meu cavalo
Escrito por ninguém às 13h40
[]
[envie esta mensagem]
|
|
|
|
| |
quem dera teu sorriso
rasgando esta noite insana
a soma das tuas virtudes
se opondo a tantos defeitos
tuas ancas gritando meu nome
e aquela indolência
que conduz ao sonho
Escrito por ninguém às 13h32
[]
[envie esta mensagem]
|
|
|
|
| |
o porto, distante
as vagas, bem altas
o peito, nau frágil
Escrito por ninguém às 13h23
[]
[envie esta mensagem]
|
|
|
|
| |
tempo fechado
ela me olha
se abre
Escrito por ninguém às 13h22
[]
[envie esta mensagem]
|
|
|
|
| |
parece que foi hoje
(ou vai ser amanhã?)
nosso encontro sortuito
eu quase
você muito
Escrito por ninguém às 13h19
[]
[envie esta mensagem]
|
|
|
|
| |
bate o vento elétrico
voa cinza
apagão no peito
Escrito por ninguém às 13h17
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
|
|